quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Evol


Vida vadia

Não me engana com tua fragrância e jazz

Não me venha com inspiração

Só quero beber meu vinho em paz,

Nada de saudade, piedade.

Eu fui um homem rico, meu senhor

Meu piano embebedava pernas nuas

Os delírios)

(

)

E caímos na cama como garotos bêbados nos becos de Montmartre

Era uma época e tanto

A inocência era o nosso maior encanto, e

Voa

Voamos.

. . . . .. … . .. .

O Sena sempre foi tão sábio

E nossas angústias tão tolas

Dança dança … …….

Vamos sorrir Paris

Nós éramos pequenos

E os medos enormes

Mas tu eras tão doce

Lábios de copo

...

.

Ainda há gotas no teu rosto.

(e secarão longe dos meus cravos

Epidérmica indiferença

Eu x Eu

- e morreremos de fome e tédio.

Ou vazia indiferença?

) a ordem que me cabe adormeceu como o hábito.

non sum dignus, ut intres sub tectum meum

-tremendo e exaspero –

A gente não sabe o que fala, chérie

Le Chat Noir é logo ali. .. Então esqueças, e

Rodopios

Inestesias

Empre

M

Ruídos

(...) Esqueceste que deixarei sempre um

Que os conflitos sartrianos fiquem com esses jovens fúteis

Revolta pseudo marxista

E vou-me embora,

Vamos rimar no ventre enfumaçado de um segredo valioso

O amor tu deixas para mais tarde

Quando a Torre abrir

Ou no próximo ja zz

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