segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Era exatamente a ausência

E te violentar até que minhas mãos caiam como pedras. Vão pelos rios esses galhos secos que me compõem. Vão, pequeninas, tilintando no cobertor oceânico aos teus pés. Vão  desastrosas pro porto, vão-se caindo docemente no teu corpo. Me abandona nas linhas de tuas mãos esvoaçantes. papelinhos, tira-me a tinta. Prometa esse instante. 

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