domingo, 2 de maio de 2010

Sonata No. 3

A insignificância é igual ao valor da significância das grandezas.Por um momento cálido de alma eu daria a vida, e não teria medo... pois tudo que sinto já existe no mundo; sou um ser que fica a recriar a arte dos belos. Morreria feliz com um pincel na mão. Meus desenhos são sombras do que vejo em sonhos, e talvez eu seja sombra de algo tão... tão vasto.Estou chorando agora e faz tanto frio. Mas eu só consigo sorrir e amar esse sentimento tão profundo que sinto agora nas minhas mãos.


2006, Belo Horizonte.

2 comentários:

  1. noooossa *o*
    seus textos sempre, sempre me impressionaram!
    interessante.... @_@

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  2. tsc tsc tsc. vc eh jovem [rosendo], e jah tah deprimida com sua insignificansia? esperava alguem jovial e alegre [clicio], q pudesse junto comigo combater dogmas e subjugar as convençoes mais ridiculas da sociedades (nao se pode destruir todas, se nao seria um caos; mas se bem q eu acharia isso divertido), principalmente as regras de etiqueta (malditas sejam!), e assim pudesse criar algum espaço para nossas proprias invençoes e regras mesquinhas! muah muah muah [risada do mal] e decidirmos nos mesmos o que eh belo! fala serio, isso deve ser mais facil que filosofia [flavio] nao acha? se encontrar algum sentido nesse texto me avisa, nao era pra ter. shilept [tavares]. ass: maneh implicante /o

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